segunda-feira, 10 de março de 2014

numa noite de segunda-feira
escutando algumas das músicas que mais me tocaram
as quais nenhuma eu canto...
fico me perguntando: por quê?
tantos rumos...


cerveja a postos
[até o talo
sozinha...
pensando só
só vagando
e mergulhando...
O dedo invisível do tempo
Modelando nosso destino
No barro da vida é um velho
Girando, virando menino
Sonhando sons, criando asas
E as asas pisando o céu
Entrando e saindo das casas
Brincando qual pipa de papel
Driblando dragões e cometas
E contando histórias pra lua
Brincando de roda com os planetas
Bem ali, na porta da rua
E a tarde fugindo sem pressa
Na velha cidade da luz
Presente no sol que atravessa
Futura na estrela que conduz
O dedo invisivel do tempo...